Nº 323 - ANO 24 - AGOSTO DE 2010
 
Senar-RS firma convênio com fumageiras
 
Com a proposta de qualificar o corpo técnico de empresas fumageiras e promover melhorias na qualidade de vida dos produtores de fumo, o Senar-RS firmou convênios com as empresas Premium Tabacos, Tabaccos Alliance, Brasfumo e Tabacco Company.
Por meio de cursos de qualificação profissional, o Senar-RS abordará, em aulas para os técnicos de campo das empresas, os aspectos relativos à Norma Regulamentadora 31 (NR-31) para a aplicação correta de agrotóxicos nas lavouras, além de tecnologias de operação e manutenção de equipamentos de aplicação, uso correto e seguro de EPI (Equipamento de Proteção Individual), transporte e armazenamento de agrotóxicos e destinação final de embalagens vazias. “O Senar-RS é uma das poucas entidades no Estado aptas a (conferir a) certificação que é exigida aos produtores em relação à correta aplicação de agrotóxicos”, explica o superintendente interino do Senar-RS, Carlos Alberto Schütz.
No primeiro semestre o Senar-RS atendeu aos técnicos de outras fumageiras - Alliance One, Kannenberg, Associated Tabacco Company e Souza Cruz -, somando 300 técnicos beneficiados. Até o final do ano, serão 325 profissionais certificados com o curso de NR-31 promovido pelo Senar-RS. Por meio das empresas, os produtores de fumo também poderão solicitar o curso de NR-31 gratuitamente, além de participar e solicitar outros treinamentos do Senar-RS voltados para a produção de fumo, como gestão rural, educação ambiental ou informática.
Com a empresa Souza Cruz, além dos treinamentos de NR-31 aos técnicos e produtores de fumo, o Senar-RS atuará através do programa SOL Rural, promovendo dois outros módulos de treinamento especial, para auxiliar na organização da propriedade rural e para manter a qualidade do produto, sua segurança e a do meio ambiente, dentro de um conceito de modelo socioambiental correto, somando 60 horas de treinamento. “A proposta é fazer com que essas informações cheguem aos produtores para a melhoria da propriedade e da qualidade de vida sem deixar de acompanhar a crescente demanda qualitativa do mercado de fumo”, complementa Schütz.
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