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Nº 420 - ANO 32 - SETEMBRO DE 2018
 
Antônio da Luz recebe título de economista do ano
 
O economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz, recebeu o Prêmio de Economista do Ano pelo Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul (Corecon-RS). O título foi entregue em solenidade na noite de 14 de dezembro, no Hotel Continental, em Porto Alegre, pelo presidente da entidade, Clovis Meurer, ao lado dos ex-presidentes Antonio Carlos Jaques, Lauro Renck, Leandro de Lemos, Paulo Lucho e Simone Magalhães, entre outros dirigentes.
Graduado e mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorando na Pontifícia Universidade Católica do Estado (PUCRS), da Luz iniciou trajetória no Sistema Farsul em 1999, por meio de estágio, quando tinha apenas 18 anos. Atualmente, lidera outras quatro pessoas na assessoria econômica da entidade, uma das mais equipadas de informação do Brasil, conforme suas palavras. Também atua como professor titular em disciplinas de especialização e MBA na ESPM e é um dos 89 economistas brasileiros e estrangeiros que são consultados na elaboração do Relatório Focus do Banco Central.
Em breve discurso, ele agradeceu os exemplos e a motivação que encontrou na família e fez questão de lembrar do apoio que recebe de sua equipe e de colegas de outras federações empresariais gaúchas. Para o economista, elas aprenderam a trabalhar unidas nos últimos anos. “Antes, as federações empresariais mantinham relações distantes, para ser educado. A ciência nos uniu, e assim também sumiu o grenalismo entre as entidades”, conta.
Quanto à Farsul, da Luz mencionou com carinho o presidente Carlos Sperotto e sua diretoria, que estiveram atentos a mudanças na sociedade e lhe confiaram oportunidades. “A Farsul vinha de grandes conquistas naquela época, como questões de direito de propriedade, endividamento agrícola, direito de produzir transgênicos, sempre com muita mobilização. Mas o mundo estava mudando: as pessoas queriam ser convencidas tecnicamente”, lembra. As demandas, por sua vez, sempre focaram no desenvolvimento e na busca de competitividade. “O setor tem homens e mulheres que pensam diferente, que olham para os países que deram certo e que têm pautas muito modernas.”
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