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Nº 413 - ANO 32 - FEVEREIRO DE 2018
 
Casa Rural amplia campanha por seguro de vida no campo
 
O Sistema Farsul, por meio da Casa Rural - Centro do Agronegócio, está reforçando a campanha de adesão dos produtores rurais associados ao seguro de vida por morte acidental e invalidez total ou parcial por acidente, estendendo ainda os benefícios do programa a familiares e funcionários. Os planos são diferenciados em relação aos demais encontrados no mercado e devem ser contratados diretamente por meio dos sindicatos rurais parceiros da ação.
Para funcionários, o investimento mensal é de R$ 15,54, com cobertura de R$ 70 mil. Empregadores, por sua vez, podem adquirir o serviço para si por R$ 25,31 mensais, com cobertura de R$ 150 mil. Ambos incluem assistência funeral familiar e são opções de largada. Existem outras, sob consulta. Outra vantagem é a facilidade de pagamento, que pode ser feito com cartão de crédito, boleto bancário ou débito em conta.
De acordo com superintendente da Casa Rural, José Alcindo Ávila, o serviço é um benefício negociado durante bastante tempo com a Bradesco Seguros e a corretora ES Consultoria, de modo a tornar o produto atrativo ao meio rural e projetando um alcance de 200 mil vidas. “É um projeto de cunho social de que todo produtor deve participar. Mais uma oportunidade proporcionada pelos sindicatos rurais a seus associados”, destaca.
Ávila afirma que o maior benefício é a segurança que oferece aos funcionários e que também o tranquiliza para casos de necessidade. Além disso, ao contratar o serviço, o empregador mostra aos trabalhadores da propriedade que se preocupa com eles, o que favorece uma relação mais comprometida e saudável. Por fim, ressalta as condições de contratação: “É um investimento mensal baixo, com bom retorno”. É interessante notar ainda que contratar o seguro dentro do projeto reverte em apoio ao sindicato rural da região, contribuindo para a representatividade e a defesa do produtor rural gaúcho.
Atualmente, há 25 sindicatos rurais habilitados para atender os interessados. O número deve crescer substancialmente nos próximos dias, com o esforço de Casa Rural e parceiros no treinamento dos mesmos. Ávila finaliza dizendo que o maior desafio é mudar a percepção cultural sobre o benefício. “É preciso mostrar ao produtor rural que o seguro de vida é um serviço importante, não uma contrapartida para crédito ou algo do tipo, como o foi há alguns anos. Em países desenvolvidos, ter seguro é ter responsabilidade.”
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