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Nº 421 - ANO 32 - OUTUBRO DE 2018
 
25 momentos marcantes para conhecer o Senar-RS
 
1. Muito prazer, Senar-RS
No final da década de 1980, existia uma demanda frequente entre os produtores rurais brasileiros: faltavam cursos de capacitação voltados ao meio rural - o que era explicado pela falta de uma estrutura e de um planejamento específico. A questão motivou a criação de uma Frente Ampla da Agropecuária Brasileira, composta por Federações da Agricultura dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais, além de entidades do setor em nível nacional. Após dois anos de negociações, o grupo conseguiu incluir na Constituição Federal, promulgada em 1988, artigo em que o governo se compromete formalmente a formatar uma entidade de apoio ao setor agropecuário nos moldes de Senac (comércio) e Senai (indústria), integrantes do chamado Sistema S. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) então é criado por meio da Lei 8.315, de 1991. Regulamentado no ano seguinte, inicia atividades, com o objetivo claro de disseminar conhecimento técnico entre produtores e trabalhadores rurais, melhorando a renda e a qualidade de vida do homem do campo.
Um dos estados mais ativos no pleito, o Rio Grande do Sul recebe os primeiros atendimentos em 1993, com o surgimento da administração regional gaúcha, o Senar-RS. De imediato, os primeiros treinamentos de instrutores foram colocados em prática, para cursos como doma racional, manejo de ovinos, pecuária de corte, poda de árvores frutíferas e manejo de pastagens. Apenas um vislumbre do que a entidade viria a se tornar, com seus mais de 170 cursos e 650 mil atendimentos ao ano.

2. Uma escola na feira
O início da participação da escola da família rural nas feiras gaúchas começou no mesmo ano de sua fundação, 1993. Foi na maior exposição agropecuária do Estado, a Expointer, quando foram entregues os primeiros certificados de cursos da história da entidade. Dali em diante, a presença só cresceu. Não demorou para o Senar-RS alcançar eventos como Festa da Uva, Expoleite/Fenasul, Feovelha, Expodireto e Expoagro. Atualmente, o Senar-RS marca presença nessas e em outras dezenas de exposições todo ano, levando oficinas relacionadas às particularidades produtivas de cada região.

3. Senarmóvel O
Senar-RS lançou uma grande inovação em 1998: a Unidade Móvel. Frequentemente utilizada hoje para cursos como Inclusão Digital Rural, no início, a ideia era desenvolver medicina comunitária. Projeto que foi colocado em prática com uma parceria nacional entre Senar, Sebrae e Ministério da Saúde. No Rio Grande do Sul, a unidade fez sua estreia, como quase todas as grandes ações, na Expointer. Já o roteiro pelo interior começou em outubro, informando produtores e trabalhadores rurais sobre a prevenção de doenças como AIDS, câncer de mama e câncer de colo de útero. Logo no primeiro mês, foram atendidas cerca de 150 pessoas por dia. A ação deu tão certo que gerou não só o uso da Unidade Móvel para outros cursos, mas também o investimento em novas palestras, treinamentos e programas voltados para a área da saúde, compondo atualmente parcela importante da oferta regular do Senar-RS.

4. EAD bem diferente
A educação a distância, um dos maiores atrativos do recente Curso Técnico do Agronegócio, é encarada pelo Senar-RS como uma tendência do futuro. Entre outros motivos, ajuda a chegar a regiões mais remotas e de difícil acesso. O curioso é que capacitações da entidade por EAD se tornaram realidade para o interior gaúcho já em 1998. De fato, o primeiro curso a distância do Senar-RS aconteceu em março daquele ano, no município de Tapes, e tratava de bovinocultura de leite. Só que as aulas não eram pelo computador: eram pelo rádio. O conteúdo entrava no ar de segunda a sábado. Para ajudar nos estudos, os alunos recebiam um “fascículo” e uma “fita de vídeo”. E também contavam com encontros presenciais em escolas ou na propriedade em que estavam instalados. O conceito não mudou muito, não é?

5. Estamos na rede
Desde 1999, o Senar-RS tem seu rincão na internet. A primeira versão do site oficial foi inaugurada em julho daquele ano, com destaque para o calendário completo de eventos, que já ficava grande demais para caber nas páginas do Sul Rural. Também contava com espaço para discussões sobre agricultura, pecuária e linhas de ação da entidade. No primeiro mês, a média era de cem acessos por semana. E para quem quiser conferir como é hoje: www.senar-rs.com.br.

6. Crises e oportunidades
O foco de febre aftosa no município de Joia, em 2000, foi um baque para todos os gaúchos. Para cerca de 3,5 mil famílias da zona afetada então, nem se fala: elas tiveram o gado sacrificado e foram impedidos de trabalhar com animais suscetíveis à doença até março do ano seguinte. O Senar-RS então uniu-se à Farsul e ao Sebrae/RS num projeto de reestruturação da atividade, que estimulou o uso das indenizações como o capital inicial de um novo negócio. Ensinando a fazer da crise uma oportunidade.

7. Na era dos programas A virada do século veio acompanhada por uma nova mentalidade dentro do Senar-RS. A partir dessa época, ocorre uma notável expansão do número de programas de maior duração e, portanto, maior profundidade de conteúdo. Exemplos são o Educação Profissional Rural (hoje conhecido como Programa Alfa), o Administração Rural, o Sindicato Líder, o Programa de Avaliação de Touros e o de Qualificação da Lã, entre outros. Alguns permanecem, outros não. Mas a tendência é realidade ainda hoje, com uma oferta ampliada e diversa. Vale conferir.

8. Alfa: até a Unesco reconhece
No final de 2002, o superintendente do Senar-RS, Gilmar Tietböhl, e o então chefe da Divisão Técnica do Senar-RS, Paulo de Tarso Machado, resolveram embarcar até Brasília com um objetivo bem claro: queriam apresentar o Programa Educação Profissional Rural (Alfa) à coordenadora do setor de educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Maria Dulce Borges. Os números eram realmente expressivos: 7 mil pessoas do meio rural alfabetizadas em apenas quatro anos. Sem falar nos depoimentos marcantes que volta e meia os alunos prestavam em feiras e eventos, que por si só já valeriam um destaque. Ao final da conversa, a Unesco mostrou forte interesse na iniciativa, em função do alcance social e individual. E não só reconheceu o programa, como propôs apoio institucional. Motivação extra para os educadores e alunos do Alfa, presença forte até hoje no plano de atuação da entidade e que ensinou mais de 30 mil pessoas a ler e escrever em duas décadas. O Alfa ainda receberia, em 2009 e 2010, os prêmios Top Cidadania e Ser Humano Oswaldo Checcia, ambos da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), e o prêmio Top de Marketing ADVB, da Associação de Dirigentes de Marketing e Vendas, em 2011.

9. Uma escola na escola
Em 2003, o Senar-RS foi buscar no Estado do Paraná uma iniciativa consagrada, que muito poderia contribuir para o exercício da cidadania no interior gaúcho. Mais do que isso, o Programa Agrinho era atrativo por trabalhar, desde a infância, conceitos como saúde e meio ambiente, já que consiste na utilização, dentro das escolas públicas do meio rural, de material didático preparado especialmente para esses alunos, com premiações para os melhores trabalhos realizados a partir da ação. A primeira experiência buscava a parceria de escolas em 10 municípios, com um alcance estimado de 10 mil alunos, mas o resultado foi seis vezes maior. Aliás, ainda naquele ano a entidade confiava que o programa poderia chegar a escolas de todos os 497 municípios gaúchos. Faltou pouco: o programa chegou a atender 493 mil estudantes por ano em seu ápice, em 2015, com participação de 379 municípios do Estado. No ano passado, a adesão foi de 399 municípios, mas o volume de alunos foi menor, 420 mil.

10. Discussões permanentes
A 1ª Etapa do Fórum Permanente do Agronegócio, lançado pela Farsul e a Casa Rural e que tratou de transgênicos, em junho de 2003, apresenta uma cena que virou regra na ação: o apoio do Senar-RS. O motivo é que a entidade enxerga nesses eventos uma oportunidade única para repassar conhecimentos qualificados, de forma ampla e gratuita, ao campo gaúcho. O interessante é que a realização de eventos do tipo pela entidade acontece pelo menos desde 1995, quando lançou o ciclo “Campo em debate: cultivando boas ideias”. O primeiro, no dia 24 de novembro daquele ano, lotou o auditório da Farsul, com palestra do engenheiro agrônomo Athos Freitas Grawunder. O assunto era uma tal de nova agricultura, baseada em tecnologia, precocidade no gado e gestão na ponta do lápis.

11. Juntos desde sempre Em agosto de 2003, a parceria de longa data de Farsul, Senar-RS e Sebrae/RS deu origem a um programa a que o produtor rural gaúcho tem um carinho todo especial: o Juntos para Competir. Ele nasceu da necessidade de organizar as principais cadeias produtivas do Estado, capacitando as propriedades e integrando o setor. Uma forma eficaz de melhorar a qualidade dos produtos, agregar valor às mercadorias e, consequentemente, trazer mais renda.
Anos antes, em 1995, o Senar-RS havia assinado parceria com o Sebrae/RS para lançar um programa chamado de Empretec Rural, que atendeu mais de 9,3 mil pessoas. Quatro anos depois, as duas instituições renovaram o compromisso, criando o programa Empresa Rural, para qualificar cerca de 5 mil produtores. Grande entusiasta da aproximação das entidades, o ex-presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, assume a presidência do Conselho Deliberativo do Sebrae/RS naquele mesmo ano, num acordo informal de alternância entre os Sistemas Farsul, Fecomércio e Fiergs. E o namoro acabou em casamento.
Os primeiros segmentos atendidos pelo JPC foram a bovinocultura de corte, ovinocultura, suinocultura e fruticultura. Atualmente, o Juntos trabalha com 30 projetos coletivos, em oito áreas diferentes, atendendo pouco mais de 3 mil produtores.

12. Fora, mas dentro Diante de mais de mil pessoas, na fria noite de 31 de agosto de 2003, ocorreu a primeira entrega do Troféu Senar/O Sul. O palco eram o salão da Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre. O prêmio era uma forma de a entidade, em parceria com o veículo de comunicação gaúcho, homenagear produtores, empresas e personalidades que se destacam na defesa e no sucesso da agropecuária, além do aluno padrão e do instrutor modelo. Mesmo realizada fora do Parque Assis Brasil, de Esteio, a cerimônia virou uma tradição da Expointer. Acontece até hoje.

13. Casa em Esteio
Onze anos depois da primeira aparição nas ruas internas do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, o Senar-RS realizou o sonho da casa própria na feira. A inauguração do Centro de Formação Profissional Rural, como foi chamado o local, aconteceu na Expointer 2004.

14. Seis dígitos
Entre 2007 e 2013, o Senar-RS mais do que dobrou o número de participantes nos cursos de Formação Profissional Rural (FPR) e Promoção Social (PS), as duas linhas de atuação da entidade. Crescimento ininterrupto que fez com que a entidade alcançasse, naquele último ano, pela primeira vez, a marca de 100 mil pessoas atendidas. Ao todo, foram 116,5 mil produtores, trabalhadores rurais e demais integrantes do campo gaúcho. O recorde atual veio logo depois, em 2016: 172,3 mil.

15. Plantar para colher
Desde 2009, o produtor não tem desculpa para não acertar na escolha da semente de trigo e soja no Rio Grande do Sul. O Senar-RS começou a patrocinar, um ano antes, estudos que apontam quais as cultivares mais adaptadas e que apresentam os melhores resultados em diferentes regiões do Estado. Uma análise isenta, que ocorre por meio dos Ensaios de Cultivares em Rede (ECR), executados pela Fundação Pró-Sementes, e que apresentou os primeiros resultados em março daquele ano. Eles ficam disponíveis na internet, no site da Pró-Sementes, e são distribuídos em formato impresso para os sindicatos.

16. Parceiros fortes
Principais parceiros na divulgação e organização de turmas junto ao Senar-RS, os sindicatos rurais gaúchos sempre receberam atenção especial da entidade. Um dos destaques nesse sentido é o Programa Sindicato Forte, criado pelo Senar Nacional em 2009. O trabalho consiste em levar, até as bases, palestras e treinamentos de funcionários, de modo a aprimorar o atendimento ao produtor e trabalhador rural.

17. Código Florestal: antes e depois A aprovação do novo Código Florestal, em 2012, é um dos marcos recentes da agropecuária brasileira - e o Senar-RS, ao lado da Farsul, participou dessa história. A entidade contribuiu de forma expressiva nas discussões federais, dando suporte técnico à CNA sobre os reflexos práticos das diversas versões do texto. Assim, ajudou a defender aspectos de interesse direto dos produtores gaúchos, como por exemplo a possibilidade de manutenção da vitivinicultura e da bovinocultura de leite em áreas de alta inclinação; a necessidade de tratamento especial aos agricultores de menor área de produção; e a consolidação de atividades agrossilvopastoris iniciadas antes de julho de 2008. Depois, a entidade ainda promoveria uma série de capacitações de produtores em assuntos relacionados, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

18. Vitrine mundial
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável realizada no Rio de Janeiro (Rio +20), em junho de 2012, mobilizou o país. O Senar-RS então abraçou a oportunidade e mostrou ao mundo como os agricultores e pecuaristas gaúchos sabem trabalhar aliando qualidade e cuidado com o meio ambiente. Foram mostradas práticas de sustentabilidade nas áreas de suinocultura, avicultura, bovinocultura de leite e produção de frutas em áreas de encostas. Destaque para um simulador de aplicação de insumos, demonstrada pelos técnicos. Farsul e CNA também participaram das discussões do evento.

19. Trabalho de precisão O Senar-RS tornou-se a primeira administração regional a realizar o Programa de Agricultura de Precisão no país. Foi em caráter piloto, em julho de 2012, para quatro municípios da região do Planalto Médio: Santo Augusto, Carazinho, Não-Me-Toque e Ijuí. Com o sucesso da empreitada, não demorou para o programa completo aparecer, com seus sete módulos e 120 horas/aula, que abordam desde o conceito de tecnologia até as ferramentas mais atuais que podem ser usadas para melhorar a sustentabilidade e a produtividade no campo. A formatura das primeiras 10 turmas aconteceu no ano seguinte, envolvendo 69 alunos. A capacitação está disponível ainda hoje no Rio Grande do Sul.

20. Boas-vindas à assistência técnica Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) é uma área que está presente, desde 2014, no portfólio de ações do Senar-RS. O primeiro programa do gênero foi o Leitec, em que especialistas acompanham os produtores e promovem avanços em questões como gestão, manejo, solo, genética, sanidade e nutrição. Logo no primeiro ano, teve duas turmas formadas, totalizando 34 participantes.

21. Números fazem a diferença
O Senar-RS sabe muito bem da importância dos números para atividade agropecuária. Aliás, incentiva, sempre que pode, o uso de dados para mensurar diversos aspectos produtivos na propriedade. Foi também por isso que a entidade garantiu, em 2015, a continuidade da divulgação do indicador diário de preços do arroz do Cepea/Esalq, hoje conhecido como Indicador do Arroz em Casca Esalq/Senar-RS. Depois de 10 anos no ar, contribuindo para negociações transparentes no setor, a série seria interrompida naquele ano, por falta de recursos. E os leilões recentes de escoamento do produto, em meio à crise na lavoura arrozeira gaúcha, tem muito a ver com a manutenção do índice: ele serviu de base para o pleito do Sistema Farsul, atendido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

22. Jogo do conhecimento
O Senar-RS lançou uma iniciativa marcante nas maiores feiras agropecuárias de 2017: o Jogo do Campo. No maior clima de programa de auditório, era uma espécie de “jogo da velha gigante”. Duas pessoas, sorteadas na hora, disputavam a partida. Eles tinham de responder perguntas relativas ao agronegócio, feitas pelos técnicos especializados em nove áreas diferentes. Se acertassem, ganhavam o direito de marcar um “X” ou “O” no enorme painel. Valia um tablet para o vencedor.
Foi um sucesso por onde passou, registrando centenas de pessoas nos estandes da Expointer, Expodireto Cotrijal e Expoagro Afubra daquele ano. E virou tendência, considerando que, no ano passado, a entidade investiu em outro jogo educativo, agora no “modo roleta”: o Senar 360º.

23. Jovens que valem muito
Dos jovens brasileiros, espera-se muito; da nova geração de produtores, muito mais. Afinal, serão eles os responsáveis por garantir o alimento de uma população estimada em 9,3 bilhões de pessoas em 2050. Atento a isso, o Senar-RS cumpre o papel de estimular as novas gerações por meio de diversos cursos, programas e seminários. O principal é o CNA Jovem, que trabalha as novas lideranças desde 2015, ano em que contou com sete gaúchos. A segunda edição foi ainda maior, e contou com 16 participantes em etapa estadual, além da fase nacional. Foi retomado este ano, com a novidade da pré-seleção por curso a distância. Também vale lembrar dos seminários “Jovens em Campo”, organizados pela Comissão de Jovens Empresários Rurais da Farsul, com apoio do Senar-RS, já duas vezes.

24. Pesquisa aplicada
O Senar-RS está se preparando para um grande passo este ano: o início das atividades do Projeto Integrado de Pesquisa Agrícola e Capacitação de Agricultores, Técnicos e Extensionistas na Serra Gaúcha. O nome é grande, e a ambição também. Na prática, o Senar-RS está investindo cerca de R$ 3 milhões na recuperação e modernização da estrutura do Centro de Pesquisa Celeste Gobbato, em Caxias do Sul, uma das unidades vinculadas à extinta Fepagro. A ideia é apresentar um polo de tecnologia, onde cerca de 50 técnicos beneficiarão, pelo menos, 2,5 mil produtores ao longo de cinco anos. Maneira criativa de incentivar a pesquisa voltada às necessidades do campo, tirando “o conhecimento da gaveta”. O convênio foi assinado em setembro passado, com Secretaria da Agricultura do Estado, Emater/RS e Universidade de Caxias do Sul (UCS).

25. Na era do ensino formal
As dezenas de capelos voando sobre trinta alunos de Cruz Alta, no início de março, é uma cena que representa muito ao Senar-RS. A formatura da primeira turma do Curso Técnico em Agronegócio, em 2 de março, foi o ponto alto de uma trajetória iniciada vários anos antes, com o investimento em um inédito polo da Rede e-Tec no Rio Grande do Sul. A estrutura tornou possível a abertura de centenas de vagas a adultos e jovens do meio rural, em curso de nível médio gratuito, 80% a distância, com duração de dois anos e reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). A seguir, foi criado o polo de São Sepé. E pelo menos outros seis locais voltados para o ensino do programa devem ser inaugurados nos próximos anos, de acordo com o superintendente do Senar-RS, Gilmar Tietböhl.




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